Atualizações

GRUPO.NÓS DO MORRO:

15h Abertura: (Casarão do Nós do Morro/ Rua Dr. Olinto Magalhães, 54 - Rua Nova)

- Abertura:
Slam das Minas

15:20 - Intervenção artística
As artistas Cida Costa, Kizzi Vaz e Nega promovem uma sensibilização para a
abertura das mesas através da expressão teatral.

15:30 – M...

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Está de volta o nosso cineclube e este ciclo temos uma parceria linda e de de grande importância as mulheres da instituição A Favela no Feminino com o Ciclo a mulher e a câmera. E para a estreia exibiremos o filme: "2x Mulheres" de Eunice Gutman.
Apos a sessão teremos uma conversa com a diretora...

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O que é difícil é ser criança nesse mundo de gente ocupada, cansada, com pressa e sem paciência.

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#tbt do dia

Sabia disso? O Nós do Morro foi criado há 32 anos e já recebeu mais de 50 premiações para suas produções de espetáculos teatrais, filmes e prêmios institucionais.

Em 2007, o nosso trabalho foi reconhecido com a Ordem do Mérito Cultural, na classa de Cavaleiro, concecido pelo govern...

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Que tal uma vida com #proposito ?
Com uma simples ação você tranforma o mundo em um lugar sustentavel e colabora com a tarifa de energia do #nosdomorro
@ Morro do vidigal

Quer participar do VIDIGAL SHOW?
Entre em contato pelo e-mail abaixo.

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Sabia disso? O Nós do morro, que foi criado há 32 anos, já recebeu mais de 50 premiações para suas produções de espetáculos Teatrais, filmes e prêmios institucionais.

Criado em 1988, o Prêmio Shell de Teatro recompensa todos os anos, os artistas e espetáculos de melhor desempenho nas temporadas ...

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Neste final de semana tem peça no Teatrinho do
Rua Dr. Olinto de Magalhães nº 16 ( atrás da escola Almirante Tamandaré)
Vidigal : "O ATORMENTADOR” de Eid Ribeiro
Sábado às 20h
Inteira: $R 10
Moradores do Vidigal: $R 5


Depoimentos

um mês atrás
Um sonho entra pra esse time nos do morro amo muito grupo de teatro
- Denise A
um ano atrás
tem vaga aberta?
- Rogerio d
6 anos atrás
Incentivo muito grande para a arte, não só para as crianças como também para os adultos. Grandes talentos sairam daí!
- Marcus V

Organização sem fins lucrativos

Fundado para oferecer formação técnica a jovens da comunidade do Morro do Vidigal, Rio de Janeiro, o grupo dirigido por Guti Fraga alterna a montagem de textos clássicos e criações coletivas.

Em 1986, o padre austríaco Humberto Leeb e Joana Batista Costa fundam o Centro Cultural Padre Leeb, no Morro do Vidigal, e convidam o ator e diretor Guti Fraga, que mora no Vidigal desde 1977, para desenvolver um projeto cultural. Com Luiz Paulo Corrêa e Castro, Fred Pinheiro e Fernando Mello da Costa, ele apresenta a proposta de formar atores e técnicos e despertar na comunidade o interesse pelo teatro.

O primeiro espetáculo, em 1987, Encontros, de Luiz Paulo Corrêa e Castro e Tino Costa, nasce a partir de improvisações realizadas em aulas de teatro voltadas para a comunidade. Em seguida Guti Fraga recorre a dois textos da comédia popular brasileira, Torturas do Coração, de Ariano Suassuna, 1987, e Os Dois ou O Inglês Maquinista, de Martins Pena, 1988. No ano seguinte, o diretor coordena uma criação coletiva, com texto finalizado por Luiz Paulo Corrêa e Castro, com o título de Biroska. A peça se passa em frente a uma birosca e conta a história de Neguinho, um morador do morro que acredita ter ganhado no jogo do bicho. A iluminação do espetáculo é feita com 50 latas de Neston reaproveitadas e transformadas em refletores, e com mesa de luz montada artesanalmente. O espetáculo, produzido com a ajuda dos comerciantes do Vidigal, conta com 21 atores entre 7 e 79 anos.

Em 1990, Fraga transforma em musical um sucesso de 1973, montado pelo Teatro Ipanema, Hoje É Dia de Rock, de José Vicente. Em 1991, o grupo faz dois espetáculos musicais de variedades: Show das Cinco e Show das Sete, misturando teatro, dança, música, humor, dublagens, participações de artistas conhecidos e prêmios oferecidos pelo comércio local.

Em 1995, Rosane Svartman e Vinícius Reis realizam o documentário Depoimento - Nós do Morro, que marca o início das atividades do grupo Nós do Cinema. Em 1996, inaugura-se o Teatro do Vidigal, com capacidade para 80 pessoas, construído com o dinheiro obtido pelo espetáculo Show das Sete, além de colaborações de comerciantes da comunidade e do Conselho Britânico. Ali estréia, em 1996, Machadiando, que reúne três peças curtas de Machado de Assis (1839 - 1908): Lição de Botânica, Antes da Missa e Hoje Avental, Amanhã Luva. O Nós do Morro recebe o Prêmio Shell na categoria Especial pelos 11 anos de atividade.

No mesmo ano, apresenta-se pela primeira vez fora do Vidigal, em evento no Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, com o resultado do trabalho sobre Hamlet, de Shakespeare, desenvolvido com os ingleses Dominic Barter e Cicely Berry, da Royal Shakespeare Company.

Nos anos seguintes, o grupo monta uma série de textos de Luiz Paulo Corrêa: Abalou - Um Musical Funk, 1998; o infantil É Proibido Brincar, 1998; Noites do Vidigal, 2002; e Burro Sem Rabo, ou ..., 2003, este último encenado com direção de Fernando Mello da Costa. Abalou, que aborda a vida dos jovens do morro através dos bailes funk, principal opção de lazer nas comunidades pobres do Rio de Janeiro, recebe seis indicações para o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, e vence na categoria especial. Em 1998, o grupo faz sua primeira temporada em circuito comercial, com repertório que reúne Machadiando, Abalou e É Proibido Brincar.

Noites do Vidigal estréia no Teatro Maria Clara Machado e recebe crítica de O Globo, por Barbara Heliodora, que afirma: "(...) temos de tratar com o devido respeito o trabalho do Nós do Morro (...). Há, em todo o espetáculo, uma alegria, um humor, um orgulho do trabalho feito, que se comunicam brilhantemente com a platéia".¹

Em 2004, Fernando Mello da Costa dirige Sonho de Uma Noite de Verão - uma intromissão do Grupo Nós do Morro no mundo de Shakespeare, adaptação de Luiz Paulo Corrêa e Castro da peça de Shakespeare. Macksen Luiz analisa o espetáculo no Jornal do Brasil: "A adaptação não critica ou desrespeita, muito menos se intimida ou retrai diante da carga cultural do texto, tão-somente redimensiona as possibilidades de comunicação aplicadas a um mundo referencial diverso. (...) Sonho de uma noite de verão dá seqüência ao empenhado trabalho dos atores do Nós do Morro, em progresso constante a cada nova montagem".²

Em 2006, o grupo se apresenta no festival internacional de Stratford-Upon-Avon, vilarejo natal de Shakespeare, com Os Dois Cavalheiros de Verona, com direção de Guti Fraga, comemorando 20 anos de existência. No mesmo ano, estréia a criação coletiva Amores Trágicos, com direção de Renato Rocha, e A Frente Fria que a Chuva Traz, de Mário Bortolotto, com direção de Caco Ciocler.

O Nós do Morro reúne hoje mais de 50 pessoas, entre diretores, atores, técnicos, autores e colaboradores em diversas áreas. A gestão do grupo cabe a um núcleo formado por cinco pessoas: Guti Fraga, Zezé Silva, Fernando Mello da Costa, Luiz Paulo Côrrea e Castro e Fred Pinheiro. Este último é responsável pela direção artística; Zezé Silva e Maria Ester Moreira pela direção administrativa e José Gonzaga Araújo pela produção. E conta com os atores Luciana Bezerra, Gustavo Melo, Luciano Vidigal, Gorette Bezerra, Márcio Lopes, Márcia Francisco, Arthur Sherman, Renan Monteiro e Guilherme Estevan.

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